Por Luiz Ricardo Emanuelli*
[mks_dropcap style=”square” size=”52″ bg_color=”#ee0000″ txt_color=”#ffffff”]V[/mks_dropcap]ocê já se perguntou como são fabricadas as tintas à base de solvente usadas na sua impressora digital? Geralmente vendidas em frascos ou cartuchos lacrados, elas já vêm prontas para uso. Ou seja, é comprar e sair imprimindo. Algo bem diferente do que ocorre em empresas de serigrafia, por exemplo, nas quais é um pré-requisito acertar, antes da impressão, a viscosidade e outras características das tintas.
Essa conveniência, típica dos insumos digitais, tem o lado positivo. Ela diminui as dores de cabeça dos usuários e dá mais fôlego à produção. Mas é verdade que esse conforto gera certa indiferença em relação à origem das tintas. Gera, também, desinteresse em saber mais sobre as características técnicas delas. Afinal, por que se preocupar com algo que já vem pronto para usar? Porém, a entrada de novos fabricantes, de fora e dentro do país, explodiu a oferta de tintas digitais. E, hoje, com tantas opções, o usuário se vê perante muitos dilemas: como escolher a melhor tinta? Continuo com as originais ou uso compatíveis? Importadas ou criadas no país? Compro do fornecedor novo ou do distribuidor consolidado? Para responder a essas perguntas, não há outro meio: é preciso dominar o assunto.
A tinta exerce uma influência enorme na produção e na qualidade das aplicações. Ela tem relação direta com as cabeças, substratos e acabamentos. Sem contar que é parte intrínseca do impresso. Ou seja, sem tinta, não há impressão. Portanto, algo tão fundamental pode — e deve — ser conhecido com mais profundidade, principalmente por quem faz uso frequente dele.
É fato que não há muita informação corrente sobre tintas digitais. Não só pelas razões mostradas, mas também por que o mercado nacional se abastecera, essencialmente, por insumos de empresas estrangeiras, que sempre foram recalcitrantes em divulgar dados de fabricação — um hermetismo que se compara ao de um cartucho de tinta. Mas isso tem mudado. A entrada de fabricantes nacionais, egressos do setor de serigrafia, vem transformando, em certa medida, o cenário digital.
Por estarem sediadas no país, e terem interesse em mostrar seu potencial, essas empresas têm disseminado, no mercado brasileiro, mais informações sobre tintas digitais. Um dos casos é a Gênesis, que desde julho de 2012 fabrica insumos para impressão a jato de tinta.
A fim de esclarecer os usuários, a empresa publica essa série de artigos, em três partes, sobre tintas à base de solvente. Os textos a seguir falam sobre matérias-primas, processos e equipamentos de fabricação desses insumos. Também mostram as principais características que eles devem ter para uma impressão ideal.
(Observação: os elementos descritos nesse artigo retratam a fabricação das tintas Gênesis. Outras empresas podem usar meios distintos de confecção, lançando mão de técnicas e tecnologias diferentes das descritas a seguir).
Tintas digitais à base de solvente: veja o que você precisa saber sobre elas
Vai imprimir em quê?
Dois elementos norteiam a produção das tintas digitais: o modelo de cabeça (por onde elas serão ejetadas) e o tipo de superfície sobre a qual elas serão depositadas. O primeiro caso provoca grande influência nos processos, como a dispersão e a moagem. Já os substratos determinarão as matérias-primas (solventes e resinas) que vão compor os fluidos.
Basicamente, a tinta solvente destina-se a imprimir materiais impermeáveis e feitos de PVC (Polyvinyl chloride, ou policloreto de polivinila, em português). No mercado de sign, a lona e o autoadesivo são os dois maiores representantes desse grupo. Para garantir o desempenho da tinta nesses substratos, ela também deve conter PVC (vinil). E, de fato, esse é um dos elementos essenciais do insumo à base de solvente: a resina vinílica.
No caso de o impressor precisar (ou querer) trabalhar com outros substratos, como polietineno (PE), recomenda-se a aplicação, antes da impressão, de uma laca especial (o primer vinílico). Ela prepara a superfície do material, para que ele receba a tinta.
Além disso, na relação entre tinta e substrato, o solvente cumpre um papel fundamental. Ele agride a superfície do material, criando microcorrosões. A tinta penetra por elas e funda-se ao substrato, o que provoca um superaderência dos pigmentos (já encapsulados pelas resinas vinílicas) a ele — motivo pelo qual é muito difícil “descolar” a tinta impressa de um vinil, por exemplo.

A tinta digital é feita para imprimir sobre materiais vinílicos.
Relação entre cabeças e tintas
Assim como as peculiaridades dos substratos norteiam as escolhas das matérias-primas, os modelos de cabeças de impressão ditam os processos da fabricação da tinta. Há duas tecnologias básicas de cabeça: térmica e piezoelétrica. A primeira é aplicada em impressoras com tintas látex e à base d’água. A segunda, mais disseminada, é encontrada em máquinas com soluções UV, sublimática e solvente.
Fiquemos apenas com a piezo. Ela recebe essa alcunha por que é composta de microcâmeras (por onde a tinta aloja-se e flui) de material piezoelétrico, cuja qualidade principal é deformar-se ao receber uma descarga elétrica.
A deformação expulsa a tinta de dentro da câmera. Nesse disparo, ela atravessa um orifício, conhecido como nozzle, que é responsável pela morfologia do fluido. Ou seja, ele regula o volume de tinta ejetada pela cabeça. A medida desse volume é o picolitro (um picolitro equivale a 0,000.000.000.001 litro — isso mesmo: são 12 zeros).
Agora, pense no seguinte exemplo: uma impressora dispara gotas de seis picolitros. Elas, ao aterrissarem no substrato, formam pontos com diâmetro de, mais ou menos, 45 micra. Portanto, um ponto nada mais é do que uma pequeníssima película de tinta, composta de partículas (muito diminutas) de resina e pigmentos. O solvente é apenas o veículo, que evapora após a formação do ponto no impresso.
E se o ponto tem 45 micra, qual será a dimensão das partículas que compõem a tinta? Resposta: algo com, no mínimo, 0,5 mícron (equivalente a 500 nanômetros). Para se ter uma ideia dessa dimensão, o tamanho médio de uma bactéria é de 1,2 mícron. Trata-se de um caso de tinta cujas partículas são nanométricas e super-refinadas. E esse refinamento é obtido por meio de processos específicos, detalhados a seguir.

As partículas de tinta devem ser muito pequenas, para que possam fluir pelas cabeças de impressão.
Processos de fabricação
Os pigmentos, em pó, chegam à fábrica com dimensões que variam entre 150 a 300 micra. Padrões muito altos para as exigências das tintas digitais à base de solvente. Portanto, essas partículas deverão passar por uma série de refinamentos, que chegam a fragmentá-las em dimensões até 600 vezes menores.
A primeira etapa desse processo radical de refino é a dispersão. Ela ocorre num recipiente, uma espécie de “liquidificador”, no qual são misturados pigmentos, resinas, aditivos e solvente. Ioshimi Ishii, diretor da Gênesis, explica que essa mistura se forma em alta rotação (7.000 RPM): “Não só para agrupar as matérias-primas, mas também para fragmentar as suas partículas. No fim da dispersão, elas diminuem, ficando entre 80 e 50 micra”. Finda a dispersão, a mistura segue para a moagem.

Primeira etapa de fabricação de tinta, a dispersão, fragmenta os pigmentos e une-os aos demais elementos do líquido.
Nessa segunda fase do processo, a tinta vai para outro compartimento, cujo interior tem um cesto repleto de pequenas esferas de alta dureza. O atrito entre elas e os elementos da tinta faz com que o pigmento e a resina sejam ainda mais refinados. Ao término da moagem, as partículas ficam com dimensões entre 5 a 20 micra. O que ainda não é suficiente para a tinta digital, que passa por mais uma etapa, a micronização. Trata-se de um processo radical de moagem e refino.
É nessa fase que as partículas da tinta são superfragmentadas, até ficarem 100 vezes menores — um expediente que usa nanotecnologia (e é na micronização que está o grande segredo para a obtenção da qualidade ideal das tintas digitais).
Em seguida, vem a filtragem, quarta etapa do processo. Nessa fase, a tinta atravessa filtros de alta performance, pelo quais só devem passar as partículas que realmente tiverem a dimensão suficientemente diminuta para a composição de uma tinta solvente. As aberturas dos filtros são muito menores do que os nozzles das cabeças de impressão. Portanto, as partículas que atravessá-los estão num formato apropriado. Mas aquilo que foi retido pelas malhas, não foi dispersado a contento.
Por fim, ocorre o envase da tinta, em embalagens plásticas (frascos), com rótulos contendo informações técnicas básicas, além da identificação do produto. Depois de embaladas, as tintas são encaminhadas para os departamentos de estoque e expedição.
A tinta só pode ser vendida depois de passar por essas etapas de produção: dispersão, moagem, micronização, filtragem e envase, as quais, naturalmente, determinarão a qualidade dos insumos. Porém, as características das tintas dependem dos atributos das matérias-primas utilizadas. Quer saber mais sobre elas? Então acompanhe a segunda parte desse artigo (a ser publicado no dia 03 de outubro).
*Luiz Ricardo Emanuelli é editor do InfoSign (infosign.net.br) e técnico especializado em impressão digital e comunicação visual
Quer ler o artigo completo?
Leia aqui o artigo “Produção de tintas digitais à base de solvente – Parte 2”
Leia aqui o artigo “Produção de tintas digitais à base de solvente – Parte 3” Por Luiz Ricardo Emanuelli*
[mks_dropcap style=”square” size=”52″ bg_color=”#ee0000″ txt_color=”#ffffff”]V[/mks_dropcap]ocê já se perguntou como são fabricadas as tintas à base de solvente usadas na sua impressora digital? Geralmente vendidas em frascos ou cartuchos lacrados, elas já vêm prontas para uso. Ou seja, é comprar e sair imprimindo. Algo bem diferente do que ocorre em empresas de serigrafia, por exemplo, nas quais é um pré-requisito acertar, antes da impressão, a viscosidade e outras características das tintas.
Essa conveniência, típica dos insumos digitais, tem o lado positivo. Ela diminui as dores de cabeça dos usuários e dá mais fôlego à produção. Mas é verdade que esse conforto gera certa indiferença em relação à origem das tintas. Gera, também, desinteresse em saber mais sobre as características técnicas delas. Afinal, por que se preocupar com algo que já vem pronto para usar? Porém, a entrada de novos fabricantes, de fora e dentro do país, explodiu a oferta de tintas digitais. E, hoje, com tantas opções, o usuário se vê perante muitos dilemas: como escolher a melhor tinta? Continuo com as originais ou uso compatíveis? Importadas ou criadas no país? Compro do fornecedor novo ou do distribuidor consolidado? Para responder a essas perguntas, não há outro meio: é preciso dominar o assunto.
A tinta exerce uma influência enorme na produção e na qualidade das aplicações. Ela tem relação direta com as cabeças, substratos e acabamentos. Sem contar que é parte intrínseca do impresso. Ou seja, sem tinta, não há impressão. Portanto, algo tão fundamental pode — e deve — ser conhecido com mais profundidade, principalmente por quem faz uso frequente dele.
É fato que não há muita informação corrente sobre tintas digitais. Não só pelas razões mostradas, mas também por que o mercado nacional se abastecera, essencialmente, por insumos de empresas estrangeiras, que sempre foram recalcitrantes em divulgar dados de fabricação — um hermetismo que se compara ao de um cartucho de tinta. Mas isso tem mudado. A entrada de fabricantes nacionais, egressos do setor de serigrafia, vem transformando, em certa medida, o cenário digital.
Por estarem sediadas no país, e terem interesse em mostrar seu potencial, essas empresas têm disseminado, no mercado brasileiro, mais informações sobre tintas digitais. Um dos casos é a Gênesis, que desde julho de 2012 fabrica insumos para impressão a jato de tinta.
A fim de esclarecer os usuários, a empresa publica essa série de artigos, em três partes, sobre tintas à base de solvente. Os textos a seguir falam sobre matérias-primas, processos e equipamentos de fabricação desses insumos. Também mostram as principais características que eles devem ter para uma impressão ideal.
(Observação: os elementos descritos nesse artigo retratam a fabricação das tintas Gênesis. Outras empresas podem usar meios distintos de confecção, lançando mão de técnicas e tecnologias diferentes das descritas a seguir).

Tintas digitais à base de solvente: veja o que você precisa saber sobre elas
Vai imprimir em quê?
Dois elementos norteiam a produção das tintas digitais: o modelo de cabeça (por onde elas serão ejetadas) e o tipo de superfície sobre a qual elas serão depositadas. O primeiro caso provoca grande influência nos processos, como a dispersão e a moagem. Já os substratos determinarão as matérias-primas (solventes e resinas) que vão compor os fluidos.
Basicamente, a tinta solvente destina-se a imprimir materiais impermeáveis e feitos de PVC (Polyvinyl chloride, ou policloreto de polivinila, em português). No mercado de sign, a lona e o autoadesivo são os dois maiores representantes desse grupo. Para garantir o desempenho da tinta nesses substratos, ela também deve conter PVC (vinil). E, de fato, esse é um dos elementos essenciais do insumo à base de solvente: a resina vinílica.
No caso de o impressor precisar (ou querer) trabalhar com outros substratos, como polietineno (PE), recomenda-se a aplicação, antes da impressão, de uma laca especial (o primer vinílico). Ela prepara a superfície do material, para que ele receba a tinta.
Além disso, na relação entre tinta e substrato, o solvente cumpre um papel fundamental. Ele agride a superfície do material, criando microcorrosões. A tinta penetra por elas e funda-se ao substrato, o que provoca um superaderência dos pigmentos (já encapsulados pelas resinas vinílicas) a ele — motivo pelo qual é muito difícil “descolar” a tinta impressa de um vinil, por exemplo.
A tinta digital é feita para imprimir sobre materiais vinílicos.
Relação entre cabeças e tintas
Assim como as peculiaridades dos substratos norteiam as escolhas das matérias-primas, os modelos de cabeças de impressão ditam os processos da fabricação da tinta. Há duas tecnologias básicas de cabeça: térmica e piezoelétrica. A primeira é aplicada em impressoras com tintas látex e à base d’água. A segunda, mais disseminada, é encontrada em máquinas com soluções UV, sublimática e solvente.
Fiquemos apenas com a piezo. Ela recebe essa alcunha por que é composta de microcâmeras (por onde a tinta aloja-se e flui) de material piezoelétrico, cuja qualidade principal é deformar-se ao receber uma descarga elétrica.
A deformação expulsa a tinta de dentro da câmera. Nesse disparo, ela atravessa um orifício, conhecido como nozzle, que é responsável pela morfologia do fluido. Ou seja, ele regula o volume de tinta ejetada pela cabeça. A medida desse volume é o picolitro (um picolitro equivale a 0,000.000.000.001 litro — isso mesmo: são 12 zeros).
Agora, pense no seguinte exemplo: uma impressora dispara gotas de seis picolitros. Elas, ao aterrissarem no substrato, formam pontos com diâmetro de, mais ou menos, 45 micra. Portanto, um ponto nada mais é do que uma pequeníssima película de tinta, composta de partículas (muito diminutas) de resina e pigmentos. O solvente é apenas o veículo, que evapora após a formação do ponto no impresso.
E se o ponto tem 45 micra, qual será a dimensão das partículas que compõem a tinta? Resposta: algo com, no mínimo, 0,5 mícron (equivalente a 500 nanômetros). Para se ter uma ideia dessa dimensão, o tamanho médio de uma bactéria é de 1,2 mícron. Trata-se de um caso de tinta cujas partículas são nanométricas e super-refinadas. E esse refinamento é obtido por meio de processos específicos, detalhados a seguir.
As partículas de tinta devem ser muito pequenas, para que possam fluir pelas cabeças de impressão.
Processos de fabricação
Os pigmentos, em pó, chegam à fábrica com dimensões que variam entre 150 a 300 micra. Padrões muito altos para as exigências das tintas digitais à base de solvente. Portanto, essas partículas deverão passar por uma série de refinamentos, que chegam a fragmentá-las em dimensões até 600 vezes menores.
A primeira etapa desse processo radical de refino é a dispersão. Ela ocorre num recipiente, uma espécie de “liquidificador”, no qual são misturados pigmentos, resinas, aditivos e solvente. Ioshimi Ishii, diretor da Gênesis, explica que essa mistura se forma em alta rotação (7.000 RPM): “Não só para agrupar as matérias-primas, mas também para fragmentar as suas partículas. No fim da dispersão, elas diminuem, ficando entre 80 e 50 micra”. Finda a dispersão, a mistura segue para a moagem.
Primeira etapa de fabricação de tinta, a dispersão, fragmenta os pigmentos e une-os aos demais elementos do líquido.
Nessa segunda fase do processo, a tinta vai para outro compartimento, cujo interior tem um cesto repleto de pequenas esferas de alta dureza. O atrito entre elas e os elementos da tinta faz com que o pigmento e a resina sejam ainda mais refinados. Ao término da moagem, as partículas ficam com dimensões entre 5 a 20 micra. O que ainda não é suficiente para a tinta digital, que passa por mais uma etapa, a micronização. Trata-se de um processo radical de moagem e refino.
É nessa fase que as partículas da tinta são superfragmentadas, até ficarem 100 vezes menores — um expediente que usa nanotecnologia (e é na micronização que está o grande segredo para a obtenção da qualidade ideal das tintas digitais).
Em seguida, vem a filtragem, quarta etapa do processo. Nessa fase, a tinta atravessa filtros de alta performance, pelo quais só devem passar as partículas que realmente tiverem a dimensão suficientemente diminuta para a composição de uma tinta solvente. As aberturas dos filtros são muito menores do que os nozzles das cabeças de impressão. Portanto, as partículas que atravessá-los estão num formato apropriado. Mas aquilo que foi retido pelas malhas, não foi dispersado a contento.
Por fim, ocorre o envase da tinta, em embalagens plásticas (frascos), com rótulos contendo informações técnicas básicas, além da identificação do produto. Depois de embaladas, as tintas são encaminhadas para os departamentos de estoque e expedição.
A tinta só pode ser vendida depois de passar por essas etapas de produção: dispersão, moagem, micronização, filtragem e envase, as quais, naturalmente, determinarão a qualidade dos insumos. Porém, as características das tintas dependem dos atributos das matérias-primas utilizadas. Quer saber mais sobre elas? Então acompanhe a segunda parte desse artigo (a ser publicado no dia 03 de outubro).
*Luiz Ricardo Emanuelli é editor do InfoSign (infosign.net.br) e técnico especializado em impressão digital e comunicação visual
Quer ler o artigo completo?
Leia aqui o artigo “Produção de tintas digitais à base de solvente – Parte 2”
Leia aqui o artigo “Produção de tintas digitais à base de solvente – Parte 3”






8 Comments
Luiz, parabéns pelo artigo e por ter incluído os perfis de cor. Percebo que é raro falarem disso, enquanto são frequentes os problemas de impressão relacionados aos perfis. A parte química também, tinta nunca é tudo igual!
Gostaria de ver mais artigos falando a respeito.
Muito bom Luiz, você apesar de falar de um tema extremamente técnico, consegue usar uma linguagem simples, facilmente compreendida. Vou ficar na expectativa dos próximos textos, se possível fale mais sobre tipos de impressoras, cabeças, etc.
Parabéns a Gênesis pela iniciativa!
Parabéns Luiz, o texto ficou ótimo mesmo! Na semana que vem publicamos a segunda parte e na próxima a terceira. E depois disso damos continuidade com outros assuntos … esperamos contribuir mais e mais levando informações técnicas aos nossos clientes e leitores!
Na verdade, os agradecimentos devem vir de mim. Obrigado aos leitores. E obrigado à Gênesis, pela parceria – que está rendendo bons frutos. Termos, sim, mais artigos. A ideia é levar o máximo de informação, de maneira clara e fácil, ao máximo de gente possível, contribuindo para a formação e profissionalização do setor.
Bom dia!
Tenho uma Empresa que trabalha com serigrafia, uso pigmento da Colordex.
Meu consumo mensal : Base SNP especial 60 galão de 20 KGs. Meu pedido mensal mais ou menos R$ 6.800,00, favor me enviar uma relação de seus preços e forma de pagamento.
No aguardo.
Olá Efran, nosso Depto Comercial enviará um email. Agradecemos o contato.
Parabéns pela matéria. Excelente!! Cada dia mais me impressiono com a Gênesis. Difícil uma empresa querer divulgar tecnologia e informação interna. Parabéns pela visão diferenciada.
Utilizo muita informação do site de vocês nas aulas.
Se permitirem, em breve farei uma visita a empresa junto com outros professores.
abraços
André Lam
Olá André, agradecemos os elogios. Será um prazer recebê-lo na Gênesis. Quando tiver interesse, pode combinar com o nosso Depto Técnico ou Depto Marketing.
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[…] Na primeira parte, estão descritos os processos de dispersão, moagem, micronização e filtragem, utilizados na fabricação das tintas. Já o segundo texto aborda os elementos desses insumos: pigmentos, resinas, aditivos e solventes. A parte final trata de propriedades, como ancoragem, tensão superficial, viscosidade, entre outras. A dispersão, uma das etapas da fabricação da tinta, é detalhada na série de artigos sobre o insumo […]
[…] Leia aqui o artigo “Produção de tintas digitais à base de solvente – Parte 1″ Leia aqui o artigo “Produção de tintas digitais à base de solvente – Parte 2″ […]
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